O combinado é ser fascista, sem parecer fascista
   18 de janeiro de 2020   │     16:17  │  4

Brasília – Não é verdade que o presidente Jair Bolsonaro demitiu o secretário de Cultura, Roberto Alvim; quem demitiu foi a comunidade israelita no Brasil, junto com a mídia.

Tanto é verdade, que 24 horas antes da demissão Bolsonaro, Alvim e o ministro da Educação, Abrahãam Weintraub estavam juntos nas redes sociais trocando elogios. Aliás, o presidente quando nomeou Alvim disse que ele era o secretário de Cultura dos seus sonhos.

Alvim é um intelectual de extrema-direita, mas não se conhecia antes a sua opção nazi-fascista, ele só teve coragem de se assumir nazista e fascista no governo Bolsonaro, com certeza, porque reconheceu semelhanças nos atos e no pensamento do governo.

Reproduzo aqui a postagem da artista Zélia Ducan, que sintetizou tudo:

-“O combinado é ser, sem parecer ser. Alvim quebrou o pacto, mostrou quem todos eles são”,

Exatamente isso.

Para quem já desconfiava da opção nazi-fascista do governo, nada de novo no front; e para o governo, não resta mais alternativas porque não dá mais para disfarçar – assim como Alvim defende a divulgação de uma mentira por mil vezes, para que vire verdade, o ministro da Educação quer destruir os livros que impedem a mentira de virar verdade.

Triste Brasil! Ok, quão dessemelhante…

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Brasil! Qual é a sua pátria amada?
     │     0:39  │  8

Brasília – O presidente Jair Bolsonaro chegou ao limite. Por que um político experiente, com sete mandatos de deputado federal e um mandato de vereador no Rio de Janeiro vacila tanto, não se sabe.

Mas, vacilar ao ponto de afrontar a comunidade judaica, aí, já é de mais.

Ainda mais, elogiando Roberto Alvim, o nazista juramentado fã e plagiador de Jhoseph Goebbels!

Brasil! Qual é mesmo a sua pátria amada?

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O escândalo na Secom e por que Renan tem razão?
   16 de janeiro de 2020   │     16:44  │  16

Brasília – O orçamento do governo Bolsonaro no exercício de 2019 foi elaborado pelo governo Temer, como é de praxe, quando se inicia o novo governo.

Mesmo assim, na rubrica dos gastos destinados à Secretaria de Comunicação  ( Secom ) foi orçado quase R$ 300 milhões só para 2019, claro.

No final do ano passado, o presidente Jair Bolsonaro recebeu em audiência privada os donos da Record, Edir Macedo, e do SBT, Silvio Santos, para um coloquio em caráter “reservoso”

Não é coincidência, porque coincidência só poderia existir se dois corpos pudessem ocupar o mesmo espeça, ao mesmo tempo, que essas duas redes de emissoras de televisão tenham abiscoitado a maior fatia da verba publicitária do governo federal, embora não detenham a liderança da audiência no país.

Coisa estranha, ainda mais porque Bolsonaro não pode demitir o chefe da Secom,

Mas, esse é apenas um dos dois tópicos complicados para o governo nesse inicio de ano. O outro tópico diz respeito à decisão de proibir a dedução no Imposto de Renda dos gastos com empregadas ou empregados domésticos.

O senador Renan Calheiros (MDB-AL), que andava sumido desde o ano passado, voltou ao cenário político para alertar que a classe média foi punida. Renan tem razão, chegou a vez da classe média, que bateu panela e saiu às ruas para protestar contra o preço da gasolina a R$ 2,80, pagar a fatura da sua própria incompetência.

O pior é que vem mais fatura para a classe média pagar, no decorrer de 2020.

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Governo se irrita com “Democracia em Vertigem”
   14 de janeiro de 2020   │     23:28  │  19

Brasília – A indicação do documentário sobre o impeachment da presidente Dilma Roussef, para concorrer ao Oscar, irritou o governo Bolsonaro.

Além do presidente, o filho dele, o deputado Eduardo Bolsonaro, e o general Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional, se manifestaram publicamente desdenhando da obra.

O documentário, intitulado “Democracia em Vertigem”, de autoria da cineasta Preta Costa, conta os detalhes do processo que levou ao afastamento da presidente Dilma.

Dilma foi julgada e condenada num processo político, que levou em conta as chamadas “pedaladas fiscais”,  mas, não perdeu os seus direitos políticos – o que só tem uma explicação: ela foi vítima de um golpe.

Como se pode afastar um chefe do Executivo acusando-o de um crime e não puni-lo? Só existe mesmo uma explicação: foi golpe.

Dilma usou dinheiro do Banco do Brasil e da Caixa Econômica para saldar compromissos inadiáveis, devolvendo em seguida o dinheiro remanejado aos bancos oficiais.  Interessante é que o presidente Jair Bolsonaro fez a mesma coisa no mês passado, quando usou dinheiro do FGTS – dinheiro que não é do governo  -, para pagar o 13º salário do Bolsa Família.

Ou seja, o pau que bate em Chico não bate em Francisco e;o que serviu para derrubar a Dilma, não serve para enquadrar Bolsonaro, o que ratifica mais uma vez a denominação de “golpe parlamentar” todo o processo que levou  ao afastamento da presidente.

O filme indicado ao Oscar é apenas um documentário que retrata fielmente todo o processo de impeachment e não há motivos para discordar dele; pode-se até não gostar das revelações, porque elas escancaram o golpe, mas diminuir a obra jamais.

O documentário é mais que um filme; é uma peça história fielmente transformada em película. Exatamente isso é o que incomoda os que criticam o trabalho de Preta Costa, porque ela conseguiu nostrar ao mundo os bastidores de uma história que eles queriam manter oculta.

 

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O Brasil mudou, mas para pior…
   13 de janeiro de 2020   │     9:12  │  31

Brasília – Para pagar o 13º  salário aos beneficiários do Bolsa Família, o presidente Jair Bolsonaro usou dinheiro que não era dele, digo, do governo. O dinheiro é do trabalhador que tem carteira de trabalho assinada, ou seja, dinheiro do FGTS ( Fundo de Garantia por Tempo de Serviço ) e isto, no jargão que define o crime de responsabilidade fiscal chama-se pedalada.

Interessante é que a chamada pedalada fiscal foi o argumento usado para o golpe que derrubou a presidente Dilma Roussef. E o “crime” da Dilma foi ainda ínfimo em relação ao praticado agora, porque ela usou dinheiro do Banco do Brasil e da Caixa Econômica; não utilizou o dinheiro do FGTS.

Mas, para que serve o exemplo – digo, mal exemplo -, do atual governo? Serve apenas para mostrar que o Brasil mudou; desde a proclamação da República, em 1889, até hoje, ocorreram mais de 20 golpes de Estado e, agora, para se derrubar um governo não é mais necessário usar a força militar – basta arranjar um jurista, contar com a conivência da maioria do Congresso Nacional e pronto: derruba-se qualquer governo.l

De fato, o Brasil mudou; mas, mudou para pior.

 

 

 

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