Bolsonaro ressuscitará CPMF, com nome de CSTP
   22 de agosto de 2019   │     20:19  │  20

Brasília – Batizada como CSTP (Contribuição Social sobre Transações e Pagamentos), vem aí a nova CPMF ressuscitada no governo Bolsonaro, após 12 anos de ‘falecimento’.

Aliás, na época em que a CPMF ‘faleceu’, em 2007, o então deputado Jair Bolsonaro comemorou porque viu no resultado a chance de prejudicar o governo Lula.

Agora, o ministro da Economia, Paulo Guedes, convenceu Bolsonaro a mudar de ideia apostando na memória curta do eleitor e, claro, na cegueira de seus seguidores.

O discurso já está pronto; o governo vai dizer que a CSTP é diferente da CPMF porque terá alíquota menor. A CPMF, criada no governo Fernando Henrique Cardoso, abiscoitava 0,38% de todas as transações bancárias e a CTPS de Bolsonaro vai abiscoitar 0,22% ‘ apenas’.

Mas, se a alíquota baixou e o nome mudou, isso não quer dizer que o objetivo não seja o mesmo. Ou seja, não adianta trocar de roupa se as ações permanecem as mesmas.

Bem vindos, então, a nova CPMF da era Bolsonaro, apelidada de CSTP.       

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A velha prática política dominando o governo novo
   21 de agosto de 2019   │     14:52  │  21

Brasília – O diretor do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), Roberto Leonel, foi demitido.

O superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, Ricardo Saadi, foi demitido.

Ambos têm em comum o caso Fabrício Queiroz, aspone do atual senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

O diretor do Coaf criticou a decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, suspendendo a investigação sobre a movimentação financeira envolvendo Flávio Bolsonaro, quando era deputado estadual no Rio de Janeiro.

E o superintendente da PF no Rio não impediu a investigação. O presidente Jair Bolsonaro alegou “questão de produtividade”, mas sabe-se que não foi isso.

Para quem se elegeu prometendo acabar com a prática da “velha política”, os dois casos mostram a meia-volta do presidente, o que levou a praticar os mesmo erros que combateu na eleição.

A prática da “Velha Política”, que já mostrou o toma dá, da cá do governo, confirma que nada mudou. Entre o discurso de campanha e a realidade depois da posse, há uma distância abissal.

Nada mudou. Ou seja, nada de novo no front e tudo permanece como dantes no quartel de Abrantes.

 

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O desembarque do governo vai isolar o presidente
   20 de agosto de 2019   │     19:54  │  15

Brasília – Não há precedente, na história da República, de um governo tão desastrado, nesse quesito, o presidente Jair Bolsonaro já entrou para a história.

Mas, é a máxima segundo a qual o que começa errado permanecerá nos erros.

Bolsonaro criou problema com os árabes e a consequência foi o cancelamento dos contratos de exportação de carne, que atingiu 25 frigoríficos.

Em seguida, veio o corte do financiamento do Fundo da Amazônia, bancado pela Alemanha e a Noruega. 

E não para por aí; o presidente Bolsonaro perdeu seguidores na Câmara, decepcionados com ele, como é o caso do deputado Alexandre Frota.

Tem também a Janaina Paschoal, deputada estadual em São Paulo, e até o outrora seguidor radical Lobão, que também desembarcou arrependido do apoio que deu ao presidente.

Com menos de um ano de governo, esse é um mal sinal. Significa que a tendência é o quadro se agravar, até porque o presidente não sinaliza na direção de uma recuperação.

O desembarque sinaliza maus presságios para um governo gerado por expectativas que se confundem agora com frustração.

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Bolsonaro, cadê o Queiroz?
   19 de agosto de 2019   │     22:32  │  15

Brasília – Excelentíssimo senhor presidente Jair Bolsonaro cadê o Queiroz? 

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Ironia é o Lula ajudar o governo Bolsonaro
   16 de agosto de 2019   │     11:58  │  29

Brasília – O ministro da Economia, Paulo Guedes, está usando as reservas em dólar para acalmar o mercado, agitado pela crise entre os Estados Unidos e China.

As reservas brasileiras estão entre as seis maiores do mundo e somam 388 bilhões de dólares.

O quêêêê… quase 400 bilhões de dólares?!

Isso mesmo, quase 400 bilhões de dólares. Para se ter uma ideia, as reservas da Argentina não chegam a 60 milhões de dólares.

Mas quem foi esse presidente que acumulou essa reserva de quase 400 bilhões de dólares?

Foi o presidente Lula.

Como é que é?! Foi o presidente Lula que…? E não disseram que o Lula quebrou o Brasil?

Conversa. Tudo isso é para usar a reserva de dólares que o Lula deixou, sem reconhecer o autor da proeza.

É a mesma coisa, por exemplo, que ocorre nos Estados Unidos. O Barack Obama arrumou as contas e deixou as finanças sob controle para o Trump.

A diferença é que, nos Estados Unidos, não se prende os heróis, nem se omite os milagres.

Parabéns, Paulo Guedes, quer dizer, parabéns Lula, por ajudar o Paulo Guedes.

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