Operação Lava Jato rumo ao esgoto putrefato da história
   5 de julho de 2020   │     1:49  │  20

A narrativa poderia começar assim: era uma vez um país sem vergonha, sem pudor e sem caráter. Mas, é tudo ainda pior.

Como num passe de mágica, descobre-se agora o submundo putrefato de uma operação policial-judicial conhecida como Lava Jato, destinada a destruir o país.

De heróis nacionais, Sergio Moro e Deltan Dellagnol se transformaram nos vilões traidores do país, usados conscientemente pelo FBI para impedirem a expansão da engenharia e do empreendedorismo nacional.

Eles destruíram tudo o que foi duramente construído em décadas de luta; na lista dos alvos a serem destruídos estavam a empreiteira Odebrecht, que se expandia com obras em diversos países e caminhava para ser uma das maiores empreiteiras do mundo, a JBS, maior exportadora de proteina animal do mundo, e, obviamente, toda a inteligência nacional.

Cometeram crimes, como acusar e condenar réus sem as provas dos delitos; reuniram-se secretamente com agentes do FBI, para cometerem crimes de lesa-pátria; passaram informações sigilosas a estrangeiros e se aliaram aos interesses internacionais destruindo a economia e a reputação do país.

Comprova-se agora o que o site Intercept exaustivamente publicava e não era levado em consideração, porque grande parte do país estava entorpecido consciente e inconscientemente pelo bombardeio de notícia forjadas oriundas de Curitiba, onde a Operação Lava Jato montou seu quartel-general.

Um lixo. Um excremento. Um conluio destinado a destruir um país, em seguidos crimes de lesa pátria.

Mas, o que surpreende é que tudo tenha se desmoronado tão rapidamente e as reputações outroras inquestionaveis, agora, tenham sido atiradas no esgoto putrefato da história. Ou será que ainda exista alguma alma sebosa capaz de repetir o jargão “somos todos Sérgio Moro?” Ou “somos todos Lava Jato?”.

 

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Bolsonaro tenta desfazer imagem de presidente motosserra
   3 de julho de 2020   │     16:42  │  17

O presidente Jair Bolsonaro demorou para entender que a política da motosserra estimulando o desmatamento da Amazônia e a matança de índio, teria um preço altíssimo para o país.

Ele tenta agora dizer que houve um mal-entendido; que ele nunca estimulou as queimadas na Amazônia, mas os fatos desmentem o presidente, que precisa urgentemente desfazer a imagem que ele próprio criou, de o presidente motosserra.

Não será fácil.

O preço que o país vai pagar, devido a esses posicionamentos do presidente na contramão do mundo civilizado, pode ser altíssimo e Bolsonaro precisa demonstrar um arrependimento convincente, além de promover uma radical mudança de orientação na questão ambiental.

Esse é apenas mais um problema grave para o governo enfrentar no pós-pandemia causada pelo coronavírus, porque o agronegócio, carro-chefe da economia brasileira, está seno ameaçado de boicote.

Numa tentativa de afagar o Mercosul, que antes ele dizia que não valia nada e que o Brasil não iria participar, Bolsonaro mandou uma mensagem conciliadora e disse que havia um “mal entendido” sobre seus posicionamentos em relação à Amazônia.

Mas, não há mal entendido nenhum e Bolsonaro sabe disso, porque foi sempre claro e direto nas suas ações, perseguindo e demitindo quem cuidava e defendia o meio-ambiente, e apoiando e nomeando quem vai no sentido contrário, ou seja, os que defendem a motosserra, os que combatem a política de defesa dos povos indígenas e de preservação ambiental.

E enquanto o Ricardo Salles for mantido no Ministério do Meio-Ambiente, será impossível Bolsonaro se fazer acreditar perante a comunidade internacional. Não basta o presidente dizer que há um mal entendido, quando o mundo entendeu muito bem as posições e os recados que o governo brasileiro deu ao mundo estimulando a destruição da Amazônia.

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O governo Bolsonaro se transformou numa Ópera Bufa
   1 de julho de 2020   │     3:53  │  22

Parece espetáculo de Opera Bufa, o que o governo vem se deixando transformar, com cada dia envolvendo-se em tragédias e comédias.

O noticiário está recheado de surpresas, que já não surpreendem devido à frequência da repetição.

De um lado, a investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista dela, Anderson Gomes, que chegou a amigos da família Bolsonaro; do outro lado, as comédias em que se transformaram alguns ministros, comprometendo o governo.

O caso mais recente envolve um ministro da Educação que não chegou a assumir, porque está envolvido numa trapalhada internacional sobre os diplomas que diz possuir, mas não os possuem. Ocorre que o quase ministro Carlos Alberto Decotelli não está sozinho nessas trapalhadas.

A ministra da Mulher, Damares Alves, declarou ser advogada e possuir vários cursos de especialização na área, mas quando lhe pediram para apresentar os diplomas, ela respondeu que as suas especializações foram dadas por Deus.

Mais hilário, impossível.

O colombiano Rodrigo Vélez Rodriguez, que o Olavo de Carvalho indicou para ministro da Educação, não sabia elaborar um projeto e depois de ser desmascarado num debate na Câmara, decidiu atacar os turistas brasileiros – que ele disse serem ladrões de objetos nos hotéis.

No lugar dele foi indicado Abrahãao Weintraub, uma figura repugnante e semianalfabeto, que fugiu do país para não ser preso.

Claro que o país poderia ter sido poupado do vexame causado com a indicação do Decotelli, mas não dá para esperar nada melhor por parte do governo, que teima em errar desde a posse.

E pensar que ainda tem o Queiroz

Viva-se então a divina comédia humana, onde nada é eterno.

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Por que só a China vai crescer depois da pandemia?
   29 de junho de 2020   │     22:28  │  14

Todo o mundo vai perder e somente a China vai crescer, no pós-pandemia causada pelo coronavírus.

A China tem a segunda maior reserva de dólar no mundo; a China tem o menor custo de mão de obra do mundo; a China inventou um modelo de capitalismo à chinesa, que combina o capitalismo estatal com o mercado aberto.

Existem vários empresários bem sucedidos na China e com um sentimento patriótico inabalável e inalienável.

Os chineses compram o ferro do Brasil e o revende depois beneficiado. A história da China é de fato fantástica, porque os chineses sempre souberam que o capital se faz em casa.

Na contramão da biruta econômica, o Brasil segue tropeçando, apesar de o presidente Jair Bolsonaro ter precisado no ano passado dos chineses, para evitar o malogro que seria o leilão do lote do pré–Sal.

Os chineses vão dominar o mundo.

 

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Ex-vereador em Alagoas comanda a Saúde em Brasília
   28 de junho de 2020   │     19:53  │  10

Formado em Serviço Social pela Universidade Federal de Alagoas, o ex-secretário municipal de Saúde e ex-vereador no município de Cajueiro, na Zona da Mata alagoana, Francisco Araújo Filho ( foto), comanda a Saúde no Distrito Federal.

Ele é o secretário de Saúde de Brasília e recentemente foi condecorado pela Polícia Militar do Distrito Federal com  a Medalha Tiradentes, a maior honraria da corporação, concedida a quem se destaca na defesa dos valores éticos, morais e do patriotismo.

Ele ocupou vários cargos públicos em Alagoas, antes de se mudar para Brasília. Embora tenha nascido no município de Coelho Neto, no Maranhão, Francisco se fez como gestor público em Alagoas e o seu trabalho eficiente e dedicado chamou a atenção do governador de Brasília, Ibanês Rocha.

Inicialmente, o governador nomeou Francisco para superintendente do Instituto de Gestão Estratégica (IGES-DF), responsável pela administração do Hospital de Base, do Hospital de Santa Maria e de mais seis postos de saúde no entorno do Distrito Federal.

A eficiência do trabalho realizado no IGES-DF levou o governador Ibanês Rocha a indicar Francisco Araújo para a Secretaria de Saúde, onde tem merecido elogios pela eficiência na condução das medidas de combate à pandemia causada pelo coronavírus.

Nesta terça-feira, 30, o secretário de Saúde do Distrito Federal, Francisco Araújo, comemora idade nova. É seu aniversário e o blogueiro se antecipa nos votos de felicidade, saúde e mais sucesso na vida.

 

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