Os números de Guedes na fakenews da economia
   10 de dezembro de 2019   │     20:55  │  11

Entre os números apresentados pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e a realidade matemática, tem havido uma distância quilométrica.

Guedes anunciou um crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) fictício, o mercado engoliu  a farsa, mas faltou o ministro combinar com o The Financial Times e,  como não dava para combinar, o jornal inglês denunciou a manipulação numérica.

No que se referiu às exportações, o que na realidade foi 18 bilhões de dólares, no terceiro trimestre do ano, Guedes apresentou como sendo 20 bilhões de dólares;  o que foi na verdade  18 bilhões de dólares, foi apresentado como tendo sido 19 bilhões de dólares e o que, na realidade, foi 9 bilhões de dólares, o ministro da Economia disse ter sido 13 bilhões de dólares.

Cabe destacar que Guedes é um dos autores da reforma econômica que quebrou o Chile e as mesmas propostas que quebraram a economia chilena e levaram o povo às ruas, o ministro da Economia está implantando no Brasil.

Dize-que o Brasil é o Chile amanhã.

Agora, Guedes anuncia a criação de 1 milhão e 600 mil empregos nos próximos três anos, mas esse número também está exageradamente dimensionado, porque a expectativa do mercado é de criação de 270 mil novos empregos.

Ou seja, os números de Guedes tem sido sempre fakenews.

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Bolsonaro volta atrás de novo e pede para Mourão ir à Argentina
   9 de dezembro de 2019   │     17:51  │  14

O  presidente Jair Bolsonaro voltou atrás novamente – foram três voltas atrás -, e decidiu pedir ao vice-presidente, general Hamilton Mourão, para ir à posse do novo presidente da Argentina, Alberto Fernandez. nesta terça-feira, 10.

Primeiro, Bolsonaro disse que não mandaria representante, mas voltou atrás e indicou o ministro Omar Terra para representá-lo; depois, voltou atrás e disse que o ministro não iria mais à posse de Fernandez e quem iria representá-lo seria o embaixador brasileiro na Argentina, e voltou atrás novamente indicando o vice-presidente.

Com o menor índice de aprovação e confiança, desde a redemocratização do país com eleição direta para presidente, Bolsonaro parece perdido no Palácio do Planalto e vendo assombrações por todos os lados. Uma delas é o ministro da Justiça, Sérgio Moro, com índice de popularidade duas vezes maior que a do presidente.

Fora do palácio, Bolsonaro aponta agora o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, como potencial candidato a presidente da República, ou seja, já o escalou adversário, embora Maia não tenha se manifestado sobre a candidatura.

Com índice de popularidade baixíssimo e a investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes chegando ao Condomínio Vivendas da Barra, onde reside no Rio de Janeiro, o presidente parece cada vez mais desnorteado.

Não é normal, na história da República brasileira, um governo se desnortear antes de completar 1 ano de mandato.

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Quem paga os robôs que disparam ataques e notícias falsas?
   4 de dezembro de 2019   │     21:14  │  16

Quem paga os R$ 20 mil por cada disparo no robô do chamado “gabinete do ódio”, instalado no Palácio do Planalto e comandado pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), conforme denunciou a deputada e ex-aliada bolsonarista, Joice Hasselmann (PSL-SP)?

Joice, que depôs na CPMI das Fake News, desconfia que é dinheiro público, porque o filho do presidente já utilizou R$ 500 mil para pagar os ataques dos robôs – que são caros, mas uteis para enganar os incautos.

-“Acredito que o presidente não esteja envolvido, mas o Eduardo (Bolsonaro) é um dos comandantes desses ataque. O presidente Jair Bolsonaro tem 1 milhão e 500 mil robôs e o Eduardo tem 468 mil 725 robôs para espalhar fake news ( notícias falsas ) e ataques a adversários” -, denunciou a deputada, que é jornalista e trabalhou na campanha do presidente.

Até outubro, Joice era líder do governo, mas ficou contra Eduardo Bolsonaro na manobra feita por ele para tomar o PSL e controlar o fundo partidário e os cargos do partido na Câmara.

A pergunta ficou sem resposta:  quem paga o esquema montado por robôs e comandados, segundo Joice, por Eduardo Bolsonaro? O custo é altíssimo e pra cada ataque é preciso pagar R$ 20 mil à vista.

E como já são mais de 2 mil ataques, quem paga?

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“Me decepcionei com Trump”, diz Bolsonaro
   3 de dezembro de 2019   │     19:50  │  13

O presidente Jair Bolsonaro, o primeiro na história a bater continência para a bandeira dos Estados Unidos e também o primeiro a declarar que amava o presidente americano – no caso, Donald Trump -,  se diz agora decepcionado.

  • “Me decepcionei com Trump” -, confessou Bolsonaro.

Não é para menos; além da inusitada e não correspondida declaração de amor, o presidente brasileiro ainda entregou para os Estados Unidos a Embraer, a Base de Lançamento de Foguetes de Alcântara-MA e  isentou de visto de entrada os norte-americanos que quiserem viajar  para o Brasil.

No caso da Embraer, o Brasil abriu mão de toda a tecnologia desenvolvida pela engenharia nacional e também perdeu o controle tecnológico do caças suecos, ou seja, entregou aos Estados Unidos a própria segurança nacional.

Bolsonaro disse que iria telefonar para Trump e lhe pedir satisfações, mas foi pura bravata. Os Estados Unidos sobretaxaram o aço e o alumínio, além da soja e do milho, e ameaçam ir além.

É verdade que Trump está sob processo de impeachment  e quis cortejar a sua base de apoio no Senado, além de atrair os democratas, mas, para quem se rebaixou tanto, o governo brasileiro merecia pelo menos que o presidente americano atendesse aos seus telefonemas.

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Trump desdenhou do “I love you” de Bolsonaro
     │     0:20  │  8

Pelas redes sociais e depois em entrevista à imprensa, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comunicou que vai sobretaxar o aço e o alumínio exportados pelo Brasil.

Motivo: o governo brasileiro desvalorizou o real, para estimular a exportação de carne, soja e milho para a China, e furar o bloqueio do governo americano às importações chineses.

E por que o governo Bolsonaro fez isso?

Porque o presidente da China, Xi Jinping, salvou o leilão do pré-Sal do fiasco, atendendo ao apelo dramático do presidente Jair Bolsonaro.

Coisas da política, é verdade, mas agravada pelo despreparo do governo brasileiro – que só para recordar, já recuou de várias promessas de campanha.

Por exemplo: fechar o escritória da Palestina em Brasília. Fechou? Não, nem vai fechar, salvo se quiser arrebentar a economia criando problemas com os árabes.

Prometeu transferir a embaixada brasileira para Jerusalém. Transferiu? Não, nem vai transferir, salvo se quiser criar problema com os árabes e arrebentar a economia.

Bolsonaro prometeu ligar para Trump, mas não ligou nem vai ligar, porque agora é a China comunista que está salvando do caos econômico.

Esse é o caso de um ridículo “I love you” (eu amo você) não correspondido.

 

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