Transparência rebaixa nota do Brasil, por corrupção
   26 de janeiro de 2020   │     16:29  │  19

Brasília – A Transparência Internacional, órgão que analisa e avalia o desempenho de 180 países para medir o índice de honestidade e confiança, rebaixou a nota do Brasil.

Em 2012,  a avaliação divulgada anualmente registrou o Brasil com o índice de confiança de 45% na avaliação de executivos, empresários e especialistas ouvidos em todo o mundo.

Ou seja, de cada 10 pessoas ouvidas nessa pesquisa mundial, 4 confiavam na lisura dos negócios no Brasil.  Na pesquisa realizada no ano passado, esse índice de confiança caiu para 35%, rebaixando a posição do Brasil no ranking mundial para o 106º ( centésimo sexto ) lugar.

Como assim? Pois é, como assim, se o Brasil ainda assiste ao espetáculo da Operação Lava Jato protagonizada por “heróis” – seriam esses “heróis” falsos “heróis”?

Imaginem que o Brasil divide essa posição de centésimo sexto lugar com a Albânia, a Argélia, a Costa do Marfim e o Egito. Na América do Sul, o Brasil perde para a Argentina e Cuba.

Sendo assim, tem algo de pode – ou que permanece podre -, no reino brasileiro.

COMENTÁRIOS 19

E a milionária auditoria no BNDES, que não deu em nada?
   25 de janeiro de 2020   │     16:54  │  7

Brasília – Depois de todo alarido, na tentativa de incriminar os adversários, o governo colocou o ponto final na auditoria milionária contratada para “abrir a caixa-preta” do BNDES ( Banco Nacional de Desenvolvimento e Social ).

Não acharam nada.

Quer dizer, acharam, mas contratos firmados com aliados e financiadores da campanha do PSL. Ironicamente, claro, porque o objetivo da auditoria era incriminar o PT e mais duramente os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff.

Assunto encerrado?

Ainda não, porque o Tribunal de Contas da União pediu explicações para o pagamento de R$ 48 milhões, num contrato inicial que tinha sido de R$ 9 milhões. Qual a mágica – uma vez que não existe lógica para o gasto milionário – é isso o que se pretende saber.

O governo tinha dado o assunto por encerrado, quem sabe seguindo a máxima segundo a qual “merda quanto mais se mexe, mais fede”, e agora se vê importunado.

Afinal, um contrato de R$ 48 milhões sem justificativa plausível pode estar camuflando mal-feitos…

 

COMENTÁRIOS 7

Moro ameaça deixar o governo e Bolsonaro recua de novo ministério
   24 de janeiro de 2020   │     18:28  │  9

Brasília – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, ameaçou deixar o governo, caso o presidente Jair Bolsonaro coloque em prática a ideia de desmembrar seu ministério.

Antes da viagem à Índia, o presidente havia anunciado a recriação da Ministério da Segurança Pública , que ele havia extinguindo na reforma ministerial. Seria, então, o esvaziamento do Ministério da Justiça, com o isolamento do ministro Moro, que não gostou e reagiu.

O presidente, então, voltou atrás e disse que “por enquanto” não vai mais propor o desmembramento do Ministério da Justiça e da Segurança Pública.

Outro problema criado para o governo coloca na berlinda, mais uma vez, o ministro da Economia, Paulo Guedes, com a proposta para o esdruxulo “imposto do pecado”, que atingiria a cerveja e cigarros.

Com a repercussão negativa da proposta, mais uma vez o presidente teve de se pronunciar negando a criação do imposto e desautorizando o ministro a falar sobre o assunto.

O presidente em execício, Hamilton Mourão, considerou a proposta de Guedes como “balão de ensaio” e disse que o assunto está encerrado, conforme já se pronunciou o presidente Bolsonaro.

Mas, o ministro da Economia não se deu por vencido e já estuda a criação de mais um imposto – que ele ainda não sabe onde vai incidir, nem qual será a repercussão da sociedade.

COMENTÁRIOS 9

Por que eles tem tanto medo do jornalista Gleen Greewald?
   22 de janeiro de 2020   │     17:22  │  28

Brasília – O americano Gleen Greenwald fez fortuna atuando como advogado nos Estados Unidos; ganhou muito dinheiro licitamente, tornou-se milionário, mas abandonou o Direito e optou pelo Jornalismo.

Ele criou o site The Intercept e já recebeu vários prêmios pelos furos de reportagem dentro e fora dos Estados Unidos.

Casou-se com o primeiro vereador LGBT eleito no Rio de Janeiro, David Miranda, que atualmente é deputados federal na vaga deixada pelo deputado federal Jean Wyllys – que fugiu do Brasil depois da eleição do presidente Jair Bolsonaro, porque temia ser assassinado.

Pois bem, o ex-advogado e atual jornalista Glenn Greenwald é o calo no pé do ex-juiz Sérgio Moro e do procurador Deltan Dellagnol, os dois principais protagonistas da Operação Lava Jato.

Gleen denunciou o esquema montado por Moro e Dellagnol para ganharem dinheiro com a Operação Lava Jato Graças as suas denúncias, duas medidas importantes foram tomadas: a primeira medida foi proibir a criação do fundo bilionário com dinheiro da Petrobras, proposto por Moro e Dellagnol – um duro golpe no esquema montado em Curitiba.

A segunda medida adotada a partir das denúncias de Glenn foi tomada pelo Congresso Nacional, com a criação do juiz de garantia para processos complexos, como são no caso da Operação Lava Jato. Moro tentou impedir a criação do juiz de garantia, chegou a se reunir várias vezes com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, David Alcalumbre, mas em vão.

A proposta foi aprovada e se tivesse em vigor, muitos abusos e absurdos não teriam sido cometidos pela Operação Lava Jato.

Mas, e por que Moro, os procuradores da Lava Jato e outras autoridades têm tanto medo do jornalista Gleen Greenwald, ao ponto de o investigarem num processo onde não há denúncia?

São vários os motivos, tais como: Gleen é incorruptível, até porque é milionário e não precisa se vender ao sistema; Gleen é um jornalista astuto, com fontes de informações importantes, que conseguiu mais de 2 mil horas de gravações telefônicas com conversas entre Sérgio Moro, Dellagnol, policiais federais e outros envolvidos diretamente na Operação Lava Jato.

O atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, tentou silenciar Gleen apelando para o Supremo Tribunal Federal – que negou o pedido, alegando que não poderia censurar o jornalista. Caso o jornalista mentisse, que o processasse.

Se Moro não processou o jornalista, então é porque Gleen divulgou a verdade. Mas, o atual ministro da Justiça não se deu por vencido e ataca agora com um processo estranho e mal-acabado contra o jornalista, na expectativa de expulsá-lo do país ou de prendê-lo arbitrariamente, ou seja, sem o devido processo legal.

Isso porque, sendo Gleen cidadão americano que vive legalmente no Brasil, um final igual à amiga dele, a vereadora Marielle Franco, causaria repercussão internacional, especialmente nos Estados Unidos, bem mais devastadora.

Mas, por que ele tem tanto medo assim do Gleen Greewald? Alguém sabe dizer?

 

 

COMENTÁRIOS 28

Em clima de desconfiança geral, ministro vai a Davos
   20 de janeiro de 2020   │     18:16  │  16

Brasília – O ministro da Economia, Paulo Guedes, viajou a Davos, na Suíça, para cumprir a tarefa que vai lhe exigir esforço hercúleo durante o Fórum Econômico Mundial.

A primeira tarefa é convencer os chefes de estados, primeiro-ministros e empresários presentes de que os números que vai apresentar, acerca da economia brasileira, não são manipulados.

Isso porque, o influente jornal inglês The Economit, denunciou manipulação nos valores do PIB (Produto Interno Bruto) apresentados pelo governo brasileiro sobre o último trimestre do ano passado, obrigando o Ministério da Economia a refazer os cálculos com resultados inferiores ao apresentado inicialmente.

A segunda tarefa é convencer a comunidade internacional, especialmente aos judeus, de que o governo brasileiro não é de inspiração nazi-fascista, apesar da declaração recente do então secretário de Cultura, Roberto Alvim, que num pronunciamento nas redes sociais reproduziu trechos do discurso do nazista Joseph Goebbels.

Cabe recordar que o Brasil acaba de sofrer duro golpe, com o acordo entre os Estados Unidos e a China, para venda de soja e carne aos chineses. Até então, o Brasil era o maior exportador.

O presidente Jair Bolsonaro foi aconselhado a não ir à reunião em Davos, para preservar a imagem do Brasil, tão desgastada pelos ataques do presidente a líderes europeus – França e Alemanha -, e ao Irã.

COMENTÁRIOS 16